Katrina e um pouco mais
O último boletim sobre a marcha do furacão pode ser lido aqui.
Se pararmos para analisar o clima dos últimos tempos, veremos: mudanças iniciadas lentamente já apresentam regularidade mais do que preocupante. O fim do inverno no Sul é, sem dúvida, um fato. As estiagens repetidas na Região das Missões, outrora conhecida como Região Celeiro, acabaram por dar àquele naco de terra o selo de bolsão de pobreza na classificação da ONU. E la nave va.
Sim, desde que a humanidade apreendeu a manter registros dos fatos e sucedidos, sabe-se que as condicoes metereologicas estao em permanente mutacao, aqui para melhor, la para pior, `as vezes em harmonia, eventualmente em contraponto, por vezes em unissono. O registro arqueologico gravado nas rochas conta historias maravilhosas, e catastrofes inacreditaveis relacionadas a alteracoes climaticas.
Sim, la nave va. E nao ha nada de novo sob o Sol.
Nada de novo? E a velocidade da mudança?
Muita coisa nova sob o sol desde lá. Preocupa-me o fato de pessoas ainda se negarem a ver isso. Não sou do tipo ecochato (só Chato, hehe), mas é visível a mudança das condições climáticas e, como diz o Romam, a uma velocidade cada vez maior.
Parabéns pela iniciativa do blog. Tomo a liberdade de lincá-lo. abs